Universalização do saneamento no Piauí custará R$ 3 bilhões

 

No mesmo dia em que a empresa Águas de Teresina apresentou a sua pesquisa de satisfação com os usuários de Teresina, onde a empresa atua, o deputado estadual Henrique Pires (MDB) informou, em discurso na tribuna da Assembleia, que o Piauí necessita de investimentos da ordem de R$ 3 bilhões para universalizar o saneamento básico. A situação dos municípios do interior do Estado ainda é incerta e depender de convênios com o Governo Federal.

Hoje o Piauí tem, somente em parceria com a Fundação Nacional de Saúde (Funasa) existem hoje no Estado 140 projetos para a instalação de sistemas de coleta e distribuição de água, esgotamento sanitário e tratamento de resíduos sólidos. Os convênios entre a Fundação e as prefeituras foram firmados durante e gestão do deputado como presidente nacional do órgão.  O deputado lamentou cancelamento de um convênio firmado entre a Funasa e a Prefeitura de Pajeú do Piauí, que atendeu recomendação do Tribunal de Contas da União (TCU). Segundo disse, estava tudo certo para que os recursos fossem liberados, mas a coordenadoria de convênios da Funasa, comunicou ao município o cancelamento. “E olha que TCU apenas recomenda, não delibera”, lembrou.

Com a diminuição do ICMS e do FPM a área da Saúde fica afetada. Segundo o deputado, “saneamento não é só água tratada, mas também esgoto e coleta correta do lixo. A cada dez litros de água tratada são desperdiçados 4 litros, o que nos remete à necessidade de educação ambiental para evitar o desperdício”, afirma.

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