Falta de abastecimento na zona rural do Piauí é um problema secular

 

A histórica cidade de Parnaguá, segunda mais antiga do Piauí, com 257 anos e terra do político Marquês de Paranaguá, nunca teve sua zona rural abastecida por água. Os recursos naturais, no entanto, foram ficando escassos com o passar do tempo. E isso fez com que moradores do local como é o caso de Diomedes Oliveira,66 anos, conhecido como “Chirosa”,  já na adolescência, começasse a ganhar a vida com transporte de água.

“Trabalhei com transporte de água praticamente a vida toda. E agora que a gente tem água em casa, eu não trabalho mais (risos). Quer dizer, eu não trabalho mais com isso. Agora eu trabalho com transporte de animais e mercadorias no geral. Com a água em casa está bom demais. Eu nunca imaginei que isso fosse acontecer um dia. Era uma vontade antiga aqui da gente da Fazenda do Meio”, explica bem humorado .

Na região conhecida como Fazenda do Meio, com algumas fazendas seculares, só agora há abastecimento de água regular viabilizado pela Funasa. Para tanto foram investidos R$ 5 milhões em abastecimento d’água e construção de 17 sistemas. Entre as localidades beneficiadas estão a Fazenda do Meio, Fazenda do Meio II, Lagoa do Mato, Palmira, Jenipapo, Mirangaba, Volta do Riacho, Mandacaru, Redenção, Triunfo, Piaçaba, Coqueirinho, Pé de Serra, Brejo, Redenção.

Durante a gestão de Henrique Pires, como presidente nacional da Funasa, foram viabilizadas mais de 500 ações no Piauí, mas o abastecimento d’água nas zonas rurais o Piauí é uma das marcas da gestão do piauiense a frente do órgão  federal. “É um dos municípios mais antigos do Piauí, só perde para Oeiras. Olha a importância desse tipo de ação da Funasa com algo tão básico e necessário como água em um lugar tão importante” Henrique Pires.

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